Pairing Dominican-born artist Firelei Báez with Kenyan-born artist Wangechi Mutu, this article meditates on relational black and brown aesthetic strategies by reading femme gestures performatively across individual works, as well as the exhibition spaces within which the artists draft practices of informed and resistant engagement. Working with both theories of brownness that emerge from Latinx studies as well as scholarship of the black radical tradition, the author follows a sense of shared aesthetic gestures in Báez and Mutu’s work toward an indictment of pervasive Global North racial epistemologies. Focusing on the performative gesture as the basis for relation, this article ultimately hones in on the chimeric figures—amalgamations of flora and fauna—that both artists deploy, arguing that these present a model for imagining an otherwise arrangement of the social.

RESUMEN Poniendo en diálogo a Firelei Báez, una artista nacida en República Dominicana, con Wangechi Mutu, que nació en Kenia, este artículo invita a una meditación sobre las estrategias estéticas relacionales negras y morenas mediante una lectura en clave performativa de gestos femeninos en obras individuales y en aquellos espacios de exposición en que las artistas elaboran prácticas de participación política informada y de resistencia. Trabajando tanto con las teorías de lo moreno (brownness) que emergen de los estudios Latinx como con el trabajo académico de la tradición radical negra, la autora rastrea gestos estéticos presentes tanto en el trabajo de Báez como en el de Mutu para denunciar las omnipresentes epistemologías raciales del norte global. Centrándose en el gesto performativo como la base de la relación, este artículo se enfoca en última instancia en las figuras quiméricas – amalgamaciones de flora y fauna – que ambas artistas despliegan en su trabajo para sostener que estas presentan un modelo para imaginar otra manera de organizar lo social.

RESUMO Pareando Firelei Báez, artista nascida na República Dominicana, e Wangechi Mutu, artista nascida no Quênia, Este artigo elabora uma meditação sobre estratégias estéticas relacionais negras e marrons ao ler gestos femme performativamente através de trabalhos individuais, assim como aqueles espaços expositivos nos quais as artistas ensaiam práticas de engajamento informado e resistente. Trabalhando tanto com teorias de marronidade (brownness) que emergem dos estudos latinxs quanto com a produção acadêmica da tradição negra radical, a autora segue um senso de gestos estéticos compartilhados no trabalho de Báez e Mutu em direção a uma acusação de epistemologias raciais pervasivas provenientes do Norte global. Concentrando-se no gesto performativo como base para a relação, este artigo ultimamente enfoca as figuras quiméricas – amalgamações da flora e da fauna – que ambas artistas empregam em seu trabalho para argumentar que elas proporcionam um modelo para imaginar um arranjo do social de outra maneira.

You do not currently have access to this content.