Idolatry is an accusation. Derived from ancient Greek terms for the veneration (latreia) of images (eidola), idolatry provides a framework for exploring the connections and confusions of the early modern Mediterratlantic world, where false images seemed to be everywhere. This essay surveys the social lives of idols in sixteenth-century New Spain, focusing on their destruction, creation, excavation, and commodification. Significantly, all four actions were performed by Europeans and Native Americans alike: the treatment of idols in New Spain cannot be neatly divided into Mesoamerican versus Mediterranean strategies. Understanding these shared practices requires contextualizing them in pre-Hispanic and medieval histories, as well as in Europe’s Renaissance present. But of course shared actions may conceal radically different meanings, and the essay’s final section considers how the Castilian term ídolo was translated into different Mesoamerican languages. The ancient category of the idol, imported to the Americas, was remade into something new. Connecting dictionary entries to military and missionary reports to the archives of the Inquisition, the production of idols in early modern New Spain provides an unexpected context for revisiting the classic concerns—and still generative possibilities—of James Lockhart’s concept of Double Mistaken Identity.

RESUMEN La idolatría es una acusación. Derivada de los términos del griego antiguo utilizados para la veneración (latreia) de las imágenes (eidola), la idolatría brinda un marco para explorar las conexiones y confusiones del mundo Mediterratlántico de la temprana modernidad, donde las falsas imágenes parecían estar en todas partes. Este ensayo analiza la vida social de los ídolos en la Nueva España del siglo XVI, centrándose en su destrucción, creación, excavación y mercantilización. Es importante señalar que tanto los europeos como los indígenas americanos participaron en estos actos: el tratamiento de los ídolos en Nueva España no se puede dividir claramente en estrategias mesoamericanas versus mediterráneas. La comprensión de estas prácticas compartidas exige contextualizarlas en las historias prehispánicas y medievales, así como en el presente del Renacimiento europeo. No obstante, no cabe duda de que las acciones compartidas pueden ocultar significados radicalmente diferentes, y la sección final del ensayo considera cómo se tradujo el término castellano ídolo a diversos idiomas mesoamericanos. La antigua categoría del ídolo fue transformada al ser importada a las Américas. Al conectar las entradas del diccionario con los informes militares y misioneros a los archivos de la Inquisición, la producción de ídolos en la Nueva España de la temprana modernidad proporciona un contexto inesperado para revisar las preocupaciones clásicas, y las continuas posibilidades, del concepto de Doble Identidad Equivocada de James Lockhart.

RESUMO Idolatria é uma acusação. Palavra derivada do termo do grego antigo para veneração (latreia) de imagens (eidola), a idolatria provém um enquadramento para explorar as conexões e confusões do mundo Mediterratlântico no início da era moderna, onde as imagens falsas pareciam estar em toda parte. Esse ensaio examina a vida social dos ídolos na Nova Espanha do século XVI, concentrando-se em sua destruição, criação, escavação e mercantilização. Significantemente, todas as quatro ações foram performadas tanto por europeus quanto por nativos-americanos: o tratamento de ídolos na Nova Espanha não pode ser claramente dividido em estratégias mesoamericanas versus mediterrâneas. Compreender essas práticas compartilhadas requer sua contextualização em histórias pré-hispânicas e medievais, bem como no presente da Renascença na Europa. Entretanto, é claro que ações compartilhadas podem esconder significados radicalmente diferentes, e a seção final do ensaio considera como o termo castelhano ídolo foi traduzido em diferentes línguas mesoamericanas. A categoria antiga do ídolo, importada para as Américas, foi transformada em algo novo. Conectando verbetes de dicionários a relatórios militares e missionários a arquivos da inquisição, a produção de ídolos no início da era moderna na Nova Espanha provém um contexto inesperado para revisitar preocupações clássicas – e ainda as possibilidades geradoras – do conceito de Identidade Duplamente Equivocada de James Lockhart.

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